O sumiço do ex-presidenciável Ciro Gomes deixa incerteza entre os aliados que o acompanharam nos últimos quatro anos na Prefeitura de Fortaleza e gera inquietação de atuais pedetistas que querem redefinir os rumos e não sentem segurança em permanecer no PDT.
O PDT ocupa cargos nas administrações do presidente Lula, do Elmano de Freitas e do prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão, indo de encontro à orientação do ex-presidenciável Ciro que tem sido cáustico crítico dos governos do PT.
SEM ILUSÃO, CAMINHO É UNIÃO
Com o distanciamento de Ciro, o ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, colocou o pé na estrada em busca de um novo rumo partidário, não quer ficar na ilusão estimulada pelo Ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, a abriu diálogo com as lideranças estaduais do União Brasil.
Roberto sabe que, com o PDT nos braços do PT, não terá a legenda para concorrer ao Governo do Estado em 2026, daí ter ouvido de correligionários sobre a importância de se filiar a um novo partido. Um dos caminhos é o União Brasil. O ex-prefeito de Fortaleza chegou a conversar com o ex-senador Tasso Jereissati, mas a possibilidade de uma filiação ao PSDB, que passa por um processo de esvaziamento, acaba por ser inviável.
BASTIDORSE NO ALERTA GERAL
Com a participação do repórter Carlos Alberto e os comentários do jornalista Beto Almeida, o Jornal Alerta Geral destaca, hoje, as dúvidas e incertezas que marcam a vida dos pedetistas que seguem a orientação do ex-presidenciável Ciro Gomes.
O Bate Papo Político aborda o desdobramento da crise que ainda vive o PDT do Ceará e o risco do partido, se perder quatro deputados federais para o PSB e PT, não conquistar, em 2026, um só representante em Brasília.
Ceará Agora